Valdemir Gomes
A...
Campanha está nas ruas...
Povo sendo... Assediado!
Tem candidato... Preocupado!
Mandato, propina... Falcatruas!
Parece no mundo da... Lua!
Nenhum serviço... prestado!
Porém, topetudo... Abusado!
“Fiz o possível, ser...Feito!”
“Sempre concordei... Prefeito!”
Assim, cumpri meu... “Legado!”
“Merece óleo de peroba...”
Verdadeiro, cara de... “Pau!”
Ainda, acha-se o... “Tal!”
Aplaude o que fez... “Gororoba!”
Trata eleitor, como... “Taioba!”
Arrogante, bate no... “Peito!”
“Tô tranquilo... Reeleito!”
Repete o velho... “Texto!”
“Meu eleitor tem... Cabresto!”
Considero, excremento... “Sujeito!”
A campanha invade... “Redes!”
Eleitores, logomarca... “Ferrados!”
Na verdade... “Codificados!”
Loyalte, papel... “Parede!”
Vai ao pote, muita... “Sede!”
Faz questão, marcar... “Território!”
Repete, paupérrimo... “Repertório!”
Redizendo: “Se reeleito... Farei!”
“Mais uma, chance meu, rei...”
Sim, como político... “Velório!”
Após cumprir mandato...
Propostas, simples... Promessa!
Tenta maquiar, velha... “Peça!”
Inovação, apenas... “Aparato!”
Muda de sigla... “Retrato!”
Arrota, verborreia... “Experiência!”
Menospreza do munícipe... “Inteligência!”
Diferente apenas... “Imagem!”
Velho discurso, manolagem...
Chega, têm limites... “Paciência!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/10/2020
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