Valdemir Gomes
Já...
Têm santinhos... Estampados!
Pregados, portas... Janelas!
Até bótons nas... Lapelas!
Candidatos... Desesperados!
Com o currículo... Amarelado!
Quatro anos, cadeira... Banco!
Nenhum, projeto, em... Branco!
Não teve nada... Aprovado!
Quieto igual...“Guri cagado!”
Agora tenta pegar... “Tranco!”
Carro com vidros... Erguidos!
Andava nariz... “Empinado!”
Assim, foi seu... “Legado!”
Ao eleitor, não deu... Ouvidos!
Volta humilde...Arrependido!
Sorriso estampado... “Rosto!”
Visitando, creche... “Posto!”
Pergunta, como estão... “Serviços?”
Com referência ao sumiço...
Se capacitando, voltou... “Disposto!”
Mantém velhos... “Correligionários!”
Abastece de milho... “Bornal!”
Tenta controlar... “Curral!”
Alegre, solícito... “Solidário!”
Trata o votante... “Otário!”
Diz: “Minha estratégia, não... Falha!”
Aparece com agrados... “Migalhas!”
Providencia remédio... “Receita!”
Com olheiros sempre à espreita...
Dependência, miséria... “Espalha!”
Dessa forma, retorna... “Poder!”
Fim do pleito, mais... “Mandato!”
Com habilidade, ludibria... “Rato!”
Faz de tudo, para... “Manter!”
Porém, nada irá... “Fazer!”
Seu eleitor... “Subornado!”
Com chavão... “Tchau, obrigado!”
Continua, permanece... “Trono!”
Da cadeira, sente-se dono...
Ao ostracismo, munícipes...”Fadados!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 06/10/2020.
Ação da PM
Flagrante ocorreu durante abordagem da PM na Avenida Manoel Murtinho; consulta ao sistema revelou que a placa pertencia a outro veículo
Loterias
Maior prêmio do estado saiu para Ponta Porã, que teve um bilhete contemplado com a quina; bolão feito no interior de São Paulo fez a faixa principal e levou R$ 101,9 milhões
Voltar ao topo