Valdemir Gomes
Os...
Janeiros passam... Correndo!
Num repente cabelos... Brancos!
Na vida, sopapos... “Solavancos!”
Mas, assim, vamos... Aprendendo!
Com as quedas... Percebendo!
“Não existe almoço de graça...”
A espécie humana... “Oh, raça!”
Mesmo sendo do Pai... “Semelhança!”
Vive fazendo lambanças...
Intencional, especialidade... “Trapaça!”
Aquele que pensa... Diferente!
Simplesmente fica... Isolado!
Pelo sistema... Extirpado!
Pois, quebra elo... “Corrente!”
Tratado como joio... Semente!
Está é a triste... Realidade!
O que vemos na... Verdade!
Sociedade, deveras... Capitalista!
Os obstáculos, uma lista...
Explícita, exacerbada... “Maldade!”
Retorna a velha... “Balela!”
Alguns, buscando ser... Reeleitos!
Porém, quatro anos, nada... “Feito!”
Não passa de... “Tagarela!”
Cidade, desenvolvida, bela...
Simplesmente, falsas.. “Promessas!”
Agora, maquia, antiga... “Peça!”
Reapresenta, elegante... “Cortez!”
Ninho, antigo ovo, indez...
Velha metodologia...“Trepeça!”
Jamais entre, barco... “Furado!”
Sorriso, sádico, tapinhas... Costas!
Receberá sonoro... “Como resposta!”
Povo, nunca gado... “Ferrado!”
Certamente aprendeu... “Acordado!”
Em cena, discurso... “Manolagem!”
Nas ruas, sessão... “Maquiagem!”
Ajeita, limpa, dá... “Brilho!”
Enganação, lindo filho...
Quarenta e dois meses... “Estiagem!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 14/10/2020
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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