Valdemir Gomes
O...
Salário, cobertor... Encolhendo!
Custo de vida... Aumenta!
Assim, corda... Arrebenta!
Povo cada dia... Empobrecendo!
Três refeições ao dia, fazendo...
Para muitos, virou... Utopia!
Mas, eu avisei... “Sabia!”
Pela comida, porco... “Galinha!”
Aos que empolgaram, gesto... “Arminha!”
Diria: “Relaxa, goza... Sorria!”
O desemprego... Crescendo!
Povo, tropa, sem... “Polaqueiro!”
Desconhece caminho... “Roteiro!”
Abandonado, triste... “Padecendo!”
Auxílio, metade... “Encolhendo!”
Gestor, falta projeto... “Proposta!”
Ao Corona Vírus, nada... “Resposta!”
Dessa forma, futuro... “Arrasa!”
A sugestão, fica em casa...
Calma, pepino, logo... “Encosta!”
Este ano, teremos... “Escolha!”
Tem político, querendo... “Mais!”
Quatro anos, não fez... “Jaz!”
Passou gestão, espuma... “Bolha!”
A esses camaradas... “Trolha!
Simplesmente, cartão... “Vermelho!”
Mande olhar, retrovisor... “Espelho!”
Como água, açude... “Parado!”
Natimorto... “Tchau, obrigado!”
Sem essa, pubianos... “Pentelhos!”
O futuro de sua cidade...
É questão de... “Cidadania!”
Ao seu voto, mas... “Valia!”
Chegando hora da... “Verdade!”
Sua decisão, transforma... “Realidade!”
Valendo, saúde, educação... “Emprego!”
Jamais, use-o como, adereço... “Pelego!”
Reescreveremos, história... “Brasil!”
Quem oferece, cem, mil...
Vampiro, sanguessuga... “Morcego!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 19/10/2020.
Loterias
Maior prêmio do estado saiu para Ponta Porã, que teve um bilhete contemplado com a quina; bolão feito no interior de São Paulo fez a faixa principal e levou R$ 101,9 milhões
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