Valdemir Gomes
Seus...
Direitos, num repente... Sucumbiram!
Evaporaram com simples... “Canetada!”
Efeito, gesto Arminha... Camarada!
Assinatura, direitos... “Abduziram!”
Agora, tarde... “Descobriram!”
Entraram em barco... “Furado!”
Sem rumo, traídos... “Amargurados!
Vida, trabalhador sai... “Prumo!”
De maneira, abrupta, sem rumo...
Fomos, tão somente... “Execrados!”
Nada na vida... Permanente!
Tempestade, logo... “Passa!”
Está sem fermento... “Massa!”
Sobrando joio... “Semente!”
Oxalá, eleições, desperte... “Gente!”
Não reelegendo, promíscuos... “Sujeitos!”
Pois, tudo na... “Causa, efeito!”
Diante, tragédia, levante... “Cabeça!”
Não permita, mal, permaneça...
Antes de reeleger analise... “Feitos!”
Uma sociedade... “Diferente!”
Depende da tua... “Escolha!”
Combata essa onda... “Bolha!”
Na cabine, seja... “Exigente!”
Antes, não fez, não fará... “Novamente!”
“Isto é fato... Irrefutável!”
Agora, acessível, solícito... “Afável!”
Infelizmente, balela... “Engodo!”
Muçum, pedra, com lodo...
Passou pleito... “Descartável!”
Vivemos momentos... Incertezas!
Mantenha equilíbrio... “Calma!”
Quebrando silêncio... “Palmas!”
Quanta, cordialidade... Presteza!
Sobram, respeito, delicadeza...
No poder, por onde... Andava?
Nessa hora, língua... “Trava!”
Começa sessão... “Desculpas!”
Em forma, defesa, tropas...
Maneira, elegante, mande... “Favas!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/10/2020.
Loterias
Maior prêmio do estado saiu para Ponta Porã, que teve um bilhete contemplado com a quina; bolão feito no interior de São Paulo fez a faixa principal e levou R$ 101,9 milhões
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