Valdemir Gomes
Ainda...
Provoca muita... Emoção!
Sorriso, inocente... Criança!
Acredito no futuro... Esperança!
Cada dia, nova... Lição!
Garra, prazer... Satisfação!
Continuo, turma... Frente!
Construir um mundo diferente...
Desafio, permanente... Diário!
Como ousado, operário...
Sigo espargindo... Semente!
Rever postura, conceitos...
Uma atitude, coerente... Sensata!
Não, à lei de a... Chibata!
Afinal, todo humano... Defeitos!
Porém, contribui a seu... Jeito!
Sempre fazendo, melhor... Parte!
Do amor, hasteando... Estandarte!
Superando obstáculos... Dificuldades!
Com respeito, lassidão, dignidade...
Lutando por melhores dias... “Arte!”
É necessário rever... Princípios!
Chega de aceitar... Desserviço!
Chavão: “não tenho nada com isso!”
Acaba elegendo... Larápios!
Tudo começa no... Município!
Fato irrefutável... “Real!”
Escolha alguém, ilibada... “Moral!”
Basta de política... Horrores!
Voto não, paga favores...
Aos gestores, traidores... “Tchau!”
Parece piada de mau gosto...
Exacerbado cinismo, tem... Nome!
Distribuindo cestas, saciando... Fome!
Mas, impõe santinhos... Exposto!
Espírito, maligno... “Encosto!”
Seria o nome... Adequado!
Quarenta e dois meses... “Parados!”
Agora, sorridente, mostra... “Cara!”
Volte para sua, seara...
Desta enfermidade... “Curados!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/10/2020.
Loterias
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