Valdemir Gomes
Num...
Belo amanhecer... Chuvoso!
Mês de novembro... Caminha!
Brasil, País do... “Tinha!”
Povo, arredio, triste... Cabuloso!
De modo um tanto, jocoso...
Mas, totalmente, fora... Realidade!
Alguns, disseminando... Inverdades!
Palavra em voga... “Rachadinha!”
Grita, cacareja, galinha...
Quanta, pequenez... “Mediocridade!”
Cinco mil quatrocentos e setenta...
Em todos, haverá... “Eleições!”
Muitos, pleiteando... “Reeleições!”
Porém, roda, não... “Reinventa!”
Nada fez, ninguém... “Aguenta!”
Deixou, explicito... “Incompetente!”
Feitos, discursos, palavras... “Somente!”
Promessas, população... “Cansada!”
“Desocupa, moita, camarada...”
Buscaremos, alguém... “Diferente!”
Cidade, como rabo... “Cavalo!”
Sempre, crescendo, para... “Baixo!”
Sai fora, sossega... “Facho!”
Chega de tagarela... “Badalo!”
Vem no oba, oba... “Embalo!”
Querendo permanecer... “Cadeira!”
Piada, mau gosto... “Brincadeira!”
Voto nosso, filtro... “Caçada!”
População cansou... “Enganada!
Venderá, ilusões, noutra... “Feira!”
“Olho no gato, outro... Peixe!”
Em prática, velho... “Ditado!”
Basta de escolher... “Errado!”
Futuro, aventureiro, não... “Deixe!”
Com retidão, voto... “Encaixe!”
Não se corrompa, agrado... “Tapinha!”
Promessa de emprego, verbinha...
Chantagista, mande às... “Favas!”
Mandato, por onde andava...
No poder, não fez... “Nadinha!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/11/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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