Valdemir Gomes
A...
Invasão de privacidade...
Parece não ter... Limites!
Nessa época, inexiste...
Respeito à sua... Liberdade!
Cabos eleitorais... Invadem!
Enche de lixo, caixa... Correios!”
Além de desagradável... “Feio!”
Na realidade um... Atentado!
Deveras, triste, revoltado...
Causam transtornos... “Aperreio!”
Muito invasivo... Desagradável!
Porém, não fico... Calado!
Livre arbítrio, ignorado...
Um tanto quanto... Insuportável!
Dizem que sou... “Intragável!”
Por defender meu... “Território!”
Destilando, ousado... Repertório!
Sei como escolher... “Sozinho!”
Grafando em pergaminho...
Digo, que abomino... “Auditório!”
Antes de vidros... “Fechados!”
Para os lados, sequer... “Olhava!”
Esse ignoro, mandando às favas...
Agora, todos os vidros... “Baixados!”
Elegante, sorriso, espalhado...
Acenando, tapinhas nas... “Costas!”
Ainda tem gente ... “Gosta!”
Infelizmente, não é meu... “Caso!”
A validade, perdeu, prazo...
Terão sonoro, não... “Resposta!”
Casas, paredes, portas... “Adesivadas!”
Imponente, belo... “Semblante!”
Histórico, vergonhoso... “Meliante!”
Currículo de alguns... “Camaradas!”
Mala, vazia, projetos... “Nada!”
Cadeira, seu, trono... “Rei!”
Dizendo, se reeleito... “Farei!”
Sem graça, velha... “Piada!”
De lugar nenhum, ao nada...
“Pensa que é bonito, ser... Fei!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/11/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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