Valdemir Gomes
A...
Cada novo amanhecer...
Acordo ao som, orquestra... Natureza!
Digamos, quanta... Beleza!
Ouvir do sabiá... “Parecer!”
Prenuncia, o melhor irá acontecer...
As árvores, felizes... Sorrindo!
Vento sacudindo, folhas... “Lindo!”
No jardim, desabrochando... “Rosas!”
Beija-flor, feliz, garbosa...
Sua bela missão... “Cumprindo!”
Surpreso pelos primeiros Raios...
Gotas de orvalho... Evapora!
Descortinando, o dia... “Aurora!”
Vidas, misturam... “Balaio!”
Surge o tagarela, papagaio....
Com seu cantar... “Estridente!”
Quebrando harmonia... “Ambiente!”
Em marcante, rápida... Passagem!
Não pára, segue, viagem...
Um outro, tempero... “Evidente!”
A vida, retoma... Realidade!
Obras, eleitoreiras... Inconclusas!
População, vilipendiada... Confusa!
Ficaram, simplesmente... “Saudade!”
Incômodo, poeira... Barbaridade!”
Pois, evaporaram... “Recursos!”
Quanto engodo... “Discurso!”
Seguem, enfileiradas... “Estacas!”
Eleitor, ludibriado, placas...
Semelhante, bunda... “Urso!”
Esta situação... “Recorrente!”
Nenhuma surpresa... “Previsível!”
Transitar por algumas... “Impossível!”
Responsável, calado... “Indiferente!”
Triste, postura... “Inaparente!”
Saindo pela tangente... “Esquiva!”
Morador, da liberdade... “Priva!”
Isso ocorreu em sua... “Cidade?”
Estamos em pé de igualdade...
Barco sem timoneiro... “Deriva!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 06/12/2020
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