Valdemir Gomes
Não...
Existe nenhuma diferença...
Entre ambos... Gestores!
A política dos horrores...
Ao povo triste... Sentença!
Vendeu voto, a recompensa...
Uma cidade... Excludente!
Gestores, vaidosos... Indiferentes!
Aos apaniguados... Abrigo!
Visão, nada além umbigo...
Do mal espargindo... Semente!
A cada chuva, ruas... Descem!
Grande encontro... Rotatória!
Postura, vergonhosa... Vexatória!
Pobre rio, não... Merece!
As águas, lama... Escurece!
Os peixes, território... “Invadido!”
Diria, Lula: “Estou, convencido!”
Falta de respeito... “Descaso!”
Transformaram em grande, vaso...
Sem vida, acabrunhado... “Entristecido!”
Basta chover... Acontece!
Em frente as casas... “Crateras!”
Povo descrente, cansado... “Espera!”
Porém, desrespeito... “Permanece!”
Paciência, sem limites... “Arrefece!”
Inicia, sessão... “Maquiagem!”
Aguarda a volta da estiagem...
Vem operação, tapa... “Buraco!”
Manolagem, enche, saco...
Afinal, desgraça, pouca... “Bobagem!”
Repertório, reprise... “Promessa!”
Nada muda, triste... “Aludido!”
Infelizmente, ao... “Reconduzidos!”
Continuam as mesmas... “Peças!”
Mas, a determinado... “Interessa!”
Música de uma nota... “Só!”
Recursos evaporam, vira... “Pó!”
Tal qual, água, açude... “Parado!”
Em prática, mantém o acordado...
Jaz, novidade, repertório... “Trololó!”
Poema: Valdemir dos Santos 11/12/2020
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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