Valdemir Gomes
Fim...
Do ano se aproxima...
Povo deveras... Preocupado!
Trabalhador continua... Desempregado!
Ninguém fala mesma língua, lá encima...
Excesso bravata, quebra... Rima!
Corona Vírus, segue... Matando!
Gestor, marasmo, até... “Quando?”
Está exaurindo... “Paciência!”
Falta projeto, competência...
O custo de vida... Aumentando!
A sociedade, perplexa...
Diante do futuro... Incerto!
Pantanal, Amazônia, virando... Deserto!
Situação insustentável... Complexa!
Temos, propostas... Desconexas!
Negociatas, reformas... “Mamadeiras!”
Muito blá, blá, blá... “Choradeira!”
Na real, inexiste... “Resolutividade!”
Esbanja, aflora, mediocridade...
O País, descendo... “Ladeira!”
Milhares de vidas... “Ceifadas!”
Diz gestor: “Todos morrerão, um dia!”
Justificativa, desrespeitosa... “Diria!”
Fala infeliz, desse... “Camarada!”
Caminhamos, lugar nenhum ao... “Nada!”
No mínimo, faltou... “Respeito!”
Faz-se necessário, rever... “Conceitos!”
Que o Grande Arquiteto... “Ajude!”
Revoltante, bravateiro, rude...
Sinceridade, desaprovamos seus... “Feitos!”
Porém, lamentar, não resolve...
À luta, mãos na... “Massa!”
O doce, amargo da... “Taça!”
Grande mistério... “Envolve!”
Não é capaz, cargo... “Devolve!”
Basta de tanta... “Lambança!”
Restabelecendo, paz... “Esperança!”
Não combina, joio... “Semente!”
Seja humilde, coerente...
Respeitando, futuro... “Criança!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 18/12/2020
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