Mais...
Um final de semana...
Ufa, hoje sexta... Feira!
Amanhã, lazer... Brincadeira!
Ajeitar, limpar... “Cabana!”
Uma pausa, senão... “Espana!”
Porém, precaução, segue... “Cuidados!”
Os encontros, devem... “Evitados!”
Importante, manter... “Isolamento!”
Logo passa, esse momento...
Colheremos bons frutos... “Resultados!”
Continuamos perdendo amigos...
Muitos lares, panelas... “Vazias!”
Sem nada para começar... “Dia!”
Quanta maldade... “Castigo!”
Pais, necessário correr... “Perigo!”
Afinal, a fome bate à porta...
No popular... “Boca entorta!”
A quem pediremos... “Clemência?”
Quanta barbárie, violência...
Ao bravateiro, pouco... “Importa!”
É preciso encontrar caminhos...
Digamos, soluções... “Definitivas!”
Basta desse barco à deriva...
Só tapeação, dando... “Jeitinho!”
Parece jogo, bandido... “Mocinho!”
Cansamos de tempestade... “Tormenta!”
Roda gira, não... “Reinventa!”
Este, vil trapaceiro... “Perjuro!”
Realmente sepultando, futuro...
Tanto fake News, ninguém... “Aguenta!”
Permanece jogo de empurra...
A cada dia, nova... “Lambança!”
COVID 19, matando... “Avança!”
Desse jeito, leite... “Esturra!”
Nos bastidores, balela... “Sussurra!”
Infelizmente, tempo...”Urge!”
Povo, gado, encurralado... “Muge!”
Diria, essa paralisia... “Entristece!”
Na verdade, fatos novos, nada acontece...
Quanta espera, mas... “Surge!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/02/2021