Valdemir Gomes
Na...
Retina da vida... Saudade!
Bons tempos, barriga... “Cheia!”
Pobre, indefeso, enrolado... “Teia!”
Quanto gestor, insano... “Promiscuidade!”
Diante de tanta... “Adversidade!”
Abre os cofres... “Negociata!”
Ao contribuinte, privação... “Chibata!”
Para salvar a pele... “Atropela!”
Liberando recursos sem tabela...
País, marcha ré... “Engata!”
Mas, um bando... “Alienado!
Ainda, defende... “Acredita!”
Porém, está vazia... “Marmita!”
Pior de tudo... “Desempregado!”
Independe, dízimo tem... “Pagado!”
Deixando, filho com... “Fome!”
Claro, idiotice, fixa... “Nome!”
Sem noção, seguindo... “Rota!”
Elogio, chamá-lo, idiota...
Piroca, chupa... “Consome!”
Os recursos da saúde...
Teve outra... “Finalidade!”
Compras, astronômica... “Quantidade!”
Contribuinte, boi de piranha... “Rude!”
Gestor onde fica... “Licitude?!”
Propalada aos quatro... “Ventos!”
Ao povo, capim... “Jumento!”
COVID, “Não sou... Coveiro!”
Imposto, derrama... “Dinheiro!”
Afinal, tudo questão... “Momento!”
Salvar-se, manter-se no trono...
Virou prioridade... “Absoluta!”
Oferta, centrão... “Permuta!”
Ufa, conseguiu resgatar... “Sono!”
Deste cargo, continuo dono...
Negociatas evitam... “Perdas!”
Viela, cubículo, alameda...
Reacendeu a chama... “Brilho!”
Depois, Rachadinha, salvo filho...
Saldo positivo, caminho... “Vereda!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 13/02/2021
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