Para...
Desviar atenção, foco...
Cada minuto... Instante!
Cria-se factoides... Destoantes!
Numa ação coordenada... Bloco!
Serviçais agindo... Enloco!
De forma unida... Sistêmica!
Sempre de maneira... Polêmica!
O povo esquece... Principal!
Nessa tempestade, vendaval...
COVID, triste realidade... “Epidêmica!”
Depois, famoso... “Abafa o caso!”
Orquestrada, equipe... Ação!
Povo, curral, gado... Procissão!
Uma calamidade... Arraso!
Tudo indo para latrina... Vaso!
“A gente aproveita, passa... Boiada!”
Disse em reunião... “Camarada!”
População, perplexa, assiste... Fato!
Organização, sofisticado aparato...
Pobre, morrendo, peixe... “Decoada!”
O que vemos, a cada dia...
Surgindo, novo... Emissor!
Em seguida, rolo... Compressor!
Na verdade, foco... Desvia!
Cagando, na moita... “Rudia!”
Esta uma sinistra... Realidade!
Propondo, pregando... Ambiguidade!
Estamos sendo... “Trolados!”
Nada de solução, resultado...
Assistimos, excesso... “Vaidade!”
Para entender esse jogo...
Vejamos, formato... Sistema!
A cada momento, novo... Tema!
Tem gente, brincando... “Fogo!”
Parecendo pinto, doente... “Gogo!”
Nos lares, faltando... Comida!
Evaporando, sonho, terra... “Prometida!”
Brasil, virando País... Miserável!
Analisando, fato, irrefutável...
Essa tragédia, quando... “Interrompida?”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 28/02/2021