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Violência, matando... Inocentes!
Mais vítimas, balas... Perdidas!
Irresponsabilidade, ceifando... Vidas!
Mas, gestor segue... Indiferente!
Incentivando, armando... Gente!
Inclusive isentando... Impostos!
Liberado, pode comprar... Gosto!
Isso, excesso de... Promiscuidade!
Não resolve, camuflar realidade...
Mais um tapa na cara... Rosto!
Para desviar o foco...
Cada dia, novo... Pretexto!
Estamos fora do contexto...
Saiu da casinha... Bloco!
Música inaudível, não... Toco!
Porém, sabia, era... Previsto!
Usaram o nome... Cristo!
Nos templos, gesto... “Arminha!”
Sobrando, cocoricó, galinhas...
Acreditar, sinceramente... “Desisto!”
Palavra em voga... Blindagem!
No congresso, virou... Prioridade!
Pouco caso, perda... Insanidade!
Mas, desgraça, detalhe... Bobagem!
Centrão apoderando, levando... Vantagem!
Estamos, literalmente... Perdidos!
Ministérios, cargos... Distribuídos!
Têm políticos, enchendo... Picuá!
Abominável, toma lá, dá cá...
De mãos atadas... “Comprometido!”
A palavra esperança...
Parece vocábulo... Extinto!
Pendurados no comando... Helmintos!
Verba pública, acordos... Alianças!
Encontros secretos... Lambanças!
A moral, bons costumes... Agride!
Todos mandam, ninguém... “Decide!”
Intermináveis andanças... Reunião!
Nesse faz de conta, felação...
Está fora de controle... “COVID!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 06/03/2021