A...
Sociedade, perplexa... Refém!
Um vírus, ousado... Atrevido!
Por mais que estejamos... Precavidos!
Danado, não respeita... Ninguém!
Qualquer descuido... Vem!
Contaminando, não importa... Pessoa!
Em gotículas de salivas... Voa!
Invadindo, outro... Organismo!
Ao desdenhar, casuísmo...
Não, “gripezinha... Atoa!”
Ao duvidar da ciência...
Postura, insensata... Indecente!
Do mal, dissemina... Semente!
Levando o sistema... Falência!
Gestor, demonstração... Incompetência!
Faz questão, desviar... Foco!
Reunindo, grupinhos... Bloco!
Digamos, atitude... Genocida!
Menosprezando, desrespeitando vidas...
No próximo pleito... “Troco!”
A população sem rumo...
Lamentando, errada... Escolha!
País, uma gigantesca... Bolha!
Ao dirigente, faltando... Insumo!
Leite condensado, excesso... Consumo!
Na realidade, descarrilou... Trem!
Projeto de governo, não... Tem!
Muita falácia, oba... “Oba!”
Quilo de carne, custando, arroba...
Sonhos, na real, virando... “Xerém!”
Quanto, moral, bons costumes...
Extirpados de vez... Contexto!
Eleitor, curral... Cabresto!
A simples, bravatas... Resume!
Porém, erros, não... Assume!
Estratégia, à busca... Culpados!
Nenhum plano... Apresentado!
Tudo, à base... Improviso!
Não foi, falta de aviso...
Água de açude... “Parado!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 10/03/2021.