Segue...
Deslizando retina... Pensamento!
Mas, calma, serão... Contidos!
Abraçar, beijar, proibido...
Devido ao insólito... Momento!
Melhor evitar... Questionamento!
As vaidades, deverão... Retidas!
Em breve, haverá... Saída!
Logo, passará esta... Tempestade!
Portanto, mantenha, serenidade...
Pois, da ciência, não... “Duvida!”
Quanta bravata, insensatez...
Vindas, do Planalto... Central!
Saracoteando, fazendo peça... Teatral!
Querelas, cinismo... Desfaçatez!
Querendo mostrar... Robustez!
Porém, gestão em... Frangalhos!
Buscando, escapismo... Atalhos!
Esbanjando, amadorismo... Incompetência!
Perdendo, ritmo, cadência...
Colecionando, ato... “Falho!”
Para implementar, reformas...
Dizia: “ou direitos, ou empregos!”
Perdemos, ambos, bando... “Pelegos!”
Desalentado, a mesmice... Retorna!
Batendo, martelo, bigorna...
Trabalhador, continua... Desempregado!
Pelo gesto, Arminha... Hipnotizado!
Caiu, arapuca, banca... Rota!
Nem uma coisa, nem outra...
Diria a comediante: “Oh, coitado!”
Tem gente que ainda defende...
Com essa insanidade... “Irrito!”
Aplaudindo, gritando... “Mito, mito!”
A moral, bons costumes... Ofende!
Mesmo apanhando, não aprende...
Sobre o fogão, panela... Vazia!
Quem três vezes, comia...
Agora, no máximo, uma... Refeição!
Infelizmente, sem condição...
Digamos, no sonrizal, dando... “Azia!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/03/2021