Valdemir Gomes
Como...
Humano destrói o ambiente...
Em tudo, metendo... Bedelho!
Talvez, se olhasse... Espelho!
Conseguiria, enxergar... Gente!
Permitindo, germinar semente...
Aprendendo, convivência... Arte!
Da natureza, sendo... Parte!
Buscando, caminho... Saída!
Propondo, respeitando a vida...
Preservando, hasteando bandeira... “Estandarte!”
As cidades, sendo invadidas...
Pelas ruas, animais... Aves!
Superando, gargalos. Entraves...
Desesperados, buscando... Comida!
Suas gerações, deveras... Comprometidas!
Na realidade, perdendo... “Bagagem!”
Esquecendo seus hábitos... Selvagens!
Passando, privações... Necessidades!
Abandonando de vez, identidade...
Quão triste, desoladora... “Imagem!”
Diversos, sendo atropelados...
Por seres, insanos... “Rudes!”
Desumanos, promíscuos, sem... Atitude!
Pelas calçadas... Jogados!
Alguns, infelizmente... Domesticados!
Tamanha a sua... Dependência!
Segue faltando, respeito... Decência!
Matas, leiras, lavouras... pastagens!
Quanta ambição, sacanagem...
Evaporando, massa cinzenta... “Consciência!”
Inadiável, urgente encontrar, solução...
Recompondo as matas... Ciliares!
Agrotóxicos, matando peixes... Milhares!
Precisamos aprender... Lição!
Extirpando, de vez... Ambição!
Pois, os recursos, naturais... Finitos!
Mudando, repertório...Rito!
Em prática, antigo... “Aceito!”
Digamos, questão de respeito...
Caso contrário, pro pau... “Pirulito!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 24/03/2021
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