Valdemir Gomes
O...
Mês, segue, escorrendo...
Mas, o corona... Persiste!
Mortes, realmente... Triste!
O gestor, pouco... Fazendo!
As mesmas, bravatas... Dizendo!
Fake News, sua... Especialidade!
Diria, excesso de promiscuidade...
Contra gestores, estaduais... Justiça!
Adorando, cadáveres, carniça...
Sempre escondendo... “Realidade!”
Realmente, logo... Passa!
A gente, continuando... Trampo!
Esse é político, sarampo...
Próximo pleito, jaz... Raça!
Pois está contaminada... Cachaça!
Quando coisa, ruim, não... Repete!
Excesso de arrogância... Topete!
Em dois mil vinte dois... Tira!
Basta de mentirosos, traíras...
Este será seu, último... “Frete!”
Nos hospitais, corredores...
Doentes pelo chão... Esteira!
Trágica, piada... Brincadeira!
Cadê os parlamentares... Interlocutores!
Em campanha diziam... Defensores!
Pouco, quase nada... Atuado!
Permanecendo, simplesmente... Calados!
De muito, mau gosto... Toupeira!
Unidades de saúde, chá cadeira...
No popular, mais quietos... “Guri cagado!”
Precisamos cobrar... Atitude!
Seguindo ceifando.... Vidas!
Pobres, nem emprego... Comida!
Situação, calamitosa... Rude!
Na UTI, sistema... Saúde!
Antecipando, feriado... “Solução?”
Importante, cautela... Precaução!
Pelo visto, tudo... Saturado!
Trabalhador, qual morcego, pendurado...
Seguindo, pirotecnia... “Felação!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/03/2021
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