Valdemir Gomes
Vou...
Vasculhar na memória... Passado!
Os bons tempos da... Infância!
Com simplicidade... Elegância!
Os anciãos, eram... Respeitados!
Adultos, conversando, a gente... Calado!
Sentado no canto da... Sala!
Sem barulho, ninguém... Fala!
Tudo no maior... Respeito!
Seguindo o antigo, aceito...
Ajudava o vovozinho... “Bengala!”
Brincava de esconde, esconde...
Em círculo, também passava... Anel!
Desenhava, recortava, bichinho... Papel!
Sítio do Pica pau... Visconde!
Perguntava aos pais, sento... “Adonde?”
Mesmo assim, era... Compreendido!
Na frente de estranho, não... Advertido!
Bastava um simples... “Olhar!”
Na hora, sabia, decodificar...
Cessava o barulho... “Ruído!”
A luz, era de lamparina...
O combustível, dela... Querosene!
Jantar, um momento... Solene!
Antes, oração, conforme regra... Determina!
Em seguida, mamãe servia as meninas...
Nada de bagunça... Confusão!
Após, aos pais, pedia... Benção!
Cada um lavava seu... Prato!
Essa ritualística, claro, fato...
Respeito, via de duas... “Mãos!”
O meu pai, analfabeto...
Porém, fonte de... Conhecimento!
Honesto, sistemático... Atento!
Amigo, humilde... Correto!
A seu jeito, carinho... Afeto!
Aos sete anos, caderno... Escola!
“Por favor, estuda, não enrola...”
Caso contrário, caldo... “Engrossa!”
No outro período, roça...
Aos domingos, folga... “Bola!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 02/04/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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