Haveremos...
De retomar a caminhada...
Talvez, na cadência... Mil!
Reconstruindo, Pátria... Brasil!
Precisamos de resistência... Pegada!
Cansamos de promessa... Marmelada!
Queremos atitude... Conduta!
Todos, falam, ninguém... Escuta!
Exigimos que haja... Resolutividade!
Vemos, excesso de bestialidades...
Chega de mi, mi, mi... “Disputa!”
Parece barco, sem timoneiro...
Na tempestade à... Deriva!
Quanta omissão... Esquiva!
Muito cacarejo... Galinheiro!
Chega de fake News... Bravateiro!
Assumindo de vez, cajado...
Serenidade, pois, jogo... Jogado!
Esse fogo, alto, leite... Esturra!
Tem gente lavando a burra...
A sociedade, mandando... “Recado!”
Já estamos em pleno abril...
Gestor seguindo, marcando... Passo!
Por favor, ocupe seu... Espaço!
Tirando-nos desse engodo... Funil!
Cadê o novo País... Exauriu?
Afinal, quem que... Comanda?
Está sem maestro... Banda!
A coisa, fora do... Prumo!
Muita falácia, pouco insumo...
Depois, que descarrila... “Desanda!”
Nem precisa ser vidente...
Claro... “Dias piores, virão!”
De novo, volta... Inflação!
Situação, preocupante... Evidente!
Vemos time, despreparado... “Incompetente!”
População, pacientemente... Espera!
Ou seu projeto, jaz... “Era!”
A miséria, nos lares... Dispara!
Sai da clausura, seara...
Nosso... “Está virando, tapera!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 06/04/2021