Para...
Reescrever, outra história...
Faz-se necessário... Mudança!
Ponto final, nessas... Lambanças!
Cristo o reino a... Glória!
Basta de aplaudir, escória...
A cada dia, insólito... Lance!
Sem objetivo, resolutividade... Alcance!
Entramos num barco... “Furado!”
Não tem projeto, fica, complicado...
Impossível que o progresso... “Avance!”
Parece parafuso, espanado...
Está perdido, nada... Acerto!
Propaganda, sem solução... Conserto!
Ao povo, não comida... Desesperado!
Infelizmente, gestor tem ignorado...
Enrolando, ao invés de buscar... Caminho!
Destruindo da sociedade... Ninho!
Um trágico, momento... História!
Situação triste, vexatória...
Registrando, grafando... “Pergaminho!”
Chegamos ao extremo... Paciência!
Excesso, promiscuidade... Erros!
A cada dia, milhares... Enterros!
A outra bandeira, batendo... Continência!
Quanta insanidade... Indecência!
Esbanjando, pirotecnia... Leviandade!
Digamos, exacerbada... Vaidade!
Deixando o País, deveras... Vulnerável!
Pobres em situação, insuportável...
Reiteramos, dos nove... “Saudade!”
Quanta propaganda, falácia...
Auxílio Emergencial... Insuficiente!
Mas, bravateiro, segue... Indiferente!
Desconhecendo, mistérios... Acácia!
Aflorando, iniquidade... Inépcia!
Estamos chegando... Limite!
Porém, calma, violência... Evite!
Acreditando, refazendo... Projeto!
Entregando ao Grande Arquiteto...
Nessa construção, falta... “Conduite!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 2/04/2021