Em...
Pleno período de pandemia...
Cercando-se de todos... Cuidados!
Para proteger o filho... Amado!
Noites, transformam-se em dia...
Dedicação exclusiva à prole... “Cria!”
À luta, transpondo... Barreiras!
Faltando ao herdeiro, leite... Mamadeira!
Sem renda, está vazia... Panela!
Olhar perdido na janela...
No comércio, recolhendo restos... “Feira!”
Mãe, profissional, companheira...
Vítima da insensatez... Política!
Cautelosa, corpo alma, à causa... Dedica!
Seu lar abrigo, refúgio... Trincheira!
Apesar de toda, bandalheira...
Jamais, se esquiva da... Luta!
Com dignidade, ilibada conduta...
Como água, obstáculos... “Contorna!”
Quando do emprego, retorna...
Antes de agir, voz d’alma... “Escuta!”
Diante de tanta incerteza...
Passos firmes, obstinada... Otimista!
Buscando novos caminhos... Pistas!
Com amor, cautela... Sutileza!
Tentando colocar comida, à... Mesa!
Sem perder ritmo... Cadência!
Exemplo de calma... Paciência!
Segurando firme... Cajado!
Ao Grande Arquiteto, obrigado...
Esbanjando, dignidade... “Competência!”
Para descrever seus atributos...
Sem dúvidas, daria... Enciclopédia!
Da família, segura controla... Rédeas!
Referência de ilibado... “Salvo conduto!”
Do Soberano, dádiva... “Indulto!”
Na dificuldade, solução... Caminho!
Digamos, bela rosa, sem... Espinhos!
Estrela d’alva, reluzente... Brilho!
Ajusta, coloca nos trilhos...
Fonte de vida, amor... “Carinho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 09/05/2021