Valdemir Gomes
Quanta...
Conversa sem fundamento...
Propostas, insanas... Improdutivas!
Sem projeto continua... Defensiva!
Ignorando a tragédia... Momento!
Propositura, sem nenhum... Provimento!
Continua fugindo pela... Tangente!
Adotou como vocábulo... Somente!
Às vítimas, COVID, total... Desrespeito!
Turrão, nada de rever conceitos...
Agindo como víbora... “Serpente!”
O caldeirão, pegando fogo...
Seus defensores... Aflitos!
Herdeiro, aos berros... Gritos!
Desesperado, interrompendo... Jogo!
Vociferando, qual pinto... Gogo!
Aprontando baixaria, virgem... Santa!
Coitado, bravatas, de nada... Adianta!
A verdade, virá à... Tona!
Alguns o barco, abandona...
Governo de mentiras... “Suplanta!”
As pesquisas, demonstrando...
O nove, subindo a... Serra!
Gesto Arminha caindo por terra...
Literalmente, sucumbindo... Definhando!
Pelo visto, o gado... Acordando!
Desilusão, fadiga, miséria... Lastro!
Ele, seguindo, empurrando... Mastro!
Mito, sem projeto... Desnudado!
Bando, inocentes, hipnotizados...
A desilusão, deixando... “Rastro!”
Diante do mundo... Vergonha!
Injustificáveis, desastrosas... Atitudes!
Realmente, postura, vil... “Rude!”
Situação, calamitosa... Medonha!
Sem esperança, pobre, nem sonha...
Reitero, não foi por falta... Aviso!
Cascavel, barulhenta... Guizo!
Mas, tudo isso, já... Previsto!
Dedos em riste, sinistro...
Barco furado, só dá... “Prejuízo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 25/05/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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