Valdemir Gomes
Quero...
Continuar grafando... Momento!
Na retina, mantendo... Esperança!
Contemplar sorriso, inocente... Criança!
Destilando o melhor dos... Sentimentos!
Quanto aos bravateiros, marrentos...
A eles não proporcionarei... Plateia!
Semelhantes a desarranjos... Diarreias!
Não merecendo nenhuma... Credibilidade!
No popular: “Reatores da sociedade...”
Matilha de cães, lobos... “Alcateia!”
Não mudarei meu discurso...
Para agradar, algum... Político!
Manterei discurso, competente... Crítico!
Palavras como arma... Recurso!
Sem mudar, rota, percurso...
Alguns olhares, céticos... Atravessados!
Porém, ignoro, não mudando... Lado!
Respeito, mão dupla, vai... “Vem!”
Caso contrário, descarrila, trem...
Abomino entrar em barco... “Furado!”
Pode destilar seu veneno...
Garanto, minha postura... Antídoto!
Do meu barco, timoneiro... Piloto!
Mantendo o amor, como... Dreno!
Apreciando a macies do sereno...
Fazendo umedecer desabrochando... Rosa!
Linda, exuberante, majestosa...
Enfeitando, perfumando... jardim!
Reafirmando: “Ataúde, não o fim...”
As agruras da vida, em versos... “Prosa!”
Vivendo cada dia, com intensidade...
Muita cautela, demarcando... Território!
Juro: “Não assistirei meu velório...”
Apesar de ser a fatídica... Realidade!
Oriente eterno, um fato... Verdade!
Acredite, haverá prestação... Conta!
Projetos, monta-se... Desmonta!
Aprimorando, buscando, justo... Perfeito!
Às vezes, revendo conceitos...
Estou preparando, a mala, quase... “Pronta!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 09/07/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo