Na...
Retina do tempo... Saudade!
Necessário retorno às origens...
Povo antigo referência... “Matrizes!”
Tendo como parâmetro... Simplicidade!
Onde o respeito e amizade...
Eram paradigmas... Landmarks!
Finais de semana nos parques...
Crianças brincavam à... Vontade!
Nada de aparteith, vaidade...
Cautela, nessa nostalgia...”Embarque!”
Pelo retrovisor da vida...
Relembrando amigos... Infância!
Fusão perfeita, humildade... Elegância!
Em consenso, encontravam... Saídas!
Dias melhores, na terra... “Prometida!”
Claro, sonho, desejo... Coletivo!
Sendo amor, respeito... Aditivo!
Apesar de as diferentes... Crenças!
Nada de celeuma, desavença...
Todos, buscando os mesmos... “Objetivos!”
Recordando esses belos momentos...
Passeando no bonde, viagem... Passado!
Coração saltitando, quase muda de lado...
Chego a ouvir o tremular... Batimento!
Mistura perfeita, massa... Fermento!
Água brotando, escorrendo... Rosto!
Depois de refeito, recomposto...
De volta ao hoje, triste... Realidade!
Mundo insalubre, excesso, bestialidade...
Somos livres, pelo Soberano, nada... “Imposto!”
Mundo mercantilista, valendo... “Ter!”
Infelizmente, o humano... Ignorado!
Quantos seres, na sarjeta... Jogados?
Os governantes, nada a fazer...
Nenhum empenho, tragédia... Reverter!
Insensível ao sofrimento... Alheio!
Ações inócuas, pirotecnia... “Rodeios!”
Segue despejando verborreia... Bravatas!
Tratorano, quinta marcha, engata...
Diria o mineirinho: “O trem tá feio!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/07/2021