Valdemir Gomes
Inicia...
O oitavo mês do ano...
Agosto: “Geralmente, muito... Vento!”
Vivemos um insalubre... Momento!
Por isso, necessário rever... Plano!
Esperança, otimismo, fé... Soberano!
Mesmo diante de tanta... Mazela!
O sem noção, ciência... Atropela!
Uma tragédia a cada... Esquina!
Ainda tem quem defende cloroquina...
Fecham-se portas, abrem-se... “Janelas!”
Como sempre, otimista...
Sutileza, descrição... Calma!
Ouvindo, tilintar... D’alma!
Construindo uma nova... Pista!
De dificuldades, empecilhos... Lista!
“Caminhando, cantando, seguindo... Canção!”
Em sintonia, corpo, alma... Coração!
Jamais aceitarei, calmo... Derrota!
Para ludibriar, Motociata, frota...
Tá amargo, faça limonada... “Limão!”
Com cautela, humildade, respeito...
Recursos, impostos, exijo... Retorno!
Nada de meandros, contornos...
Tudo na lida, opinião... Conceitos!
Somos mistura, virtudes... Defeitos!
Como cidadão, proponho... Caminhos!
Da rosa, atento guardião... Espinhos!
Reitero, lembrando: “Jogo... Jogado!”
Fazendo questão, tenho, lado...
Meus ideais, grafando... “Pergaminho!”
A vida, moeda, dois lados...
Não busco holofote... Auditório!
Aos direitos, justiça, precatório...
Detesto julgar, ser... Julgado!
Porém, abomino, ficar calado...
Diante de maldades... Injustiças!
Todos inocentes, principio... Premissa!
“Quem morre na véspera... Peru!”
“O apressado, come cru...”
Claro, feminino de vice, não... “Viça!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/08/2021
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