Cada...
Novo dia, agradeço...
Levantando, ajeitando... Bagagem!
Desafiado a conquistar outra... Margem!
Ao próximo, meus serviços... Ofereço!
Ao errar, com humildade... Recomeço!
Tentando, colocando em prática... Projeto!
Superando alguns intrusos... Desafetos!
Com tranquilidade, levando... Esportiva!
Jamais, entrando em barco à deriva...
Pedindo proteção, Grande... “Arquiteto!”
Com cautela, perseverança...
Mesmo após, tomar... Doses!
Pelo que sei, COVID, não... Zoonose!
Portanto, evitando, exageros, lambanças...
Saiba se promíscuo, claro... Avança!
Interessante que se... Repertório!
Evitando, aglomerações, plateia... Auditório!
Divagar, vida, voltando... Normalidade!
Nada de arrogância, bestialidade...
Assim, evitaremos mortes, sem... “Velório!”
Na política, segue... Mesmice!
Gestor... “Voto eletrônico, fraude!”
Tem idiotas que fazendo coro... Aplaudem!
Merecendo diploma de burrice...
Falta de assunto, retrocesso... “Canalhice!”
Questionamento, não tem... Sentido!
Diria, falácia, balela... Alaridos!
Pode mexer, pular, inócuo... Rebuliço!
Sociedade, exigindo, serviço...
Quiçá projeto, literalmente... “Perdido!”
Os apoiadores, sem argumento...
Impossível defender tais... Atuações!
Muita pirotecnia, não sobe... Balões!
Diz o dito: “Cabra deselegante... Marrento!”
Nessa massa, faltando fermento...
Receita errada, não dá... Liga!
Bastidores, desencontros... Brigas!
Excesso falácia, baboseira... Vaza!
Vinte e dois, presidio, nova casa...
Reitero: “Adora excremento... Lombrigas!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/08/2021