Valdemir Gomes
Para...
Grafar fatos do cotidiano...
É preciso ficar... Atento!
Observar natureza, mudança... Vento!
Fragmentos, com calma... Juntando!
Os detalhes, claro... Registrando!
A cada dia, uma... Glória!
Vida, feita, derrota... Vitória!
Seus projetos, entregue... Cristo!
Viver, de felicidade, um misto...
De repente, um contador... “História!”
Assuntos verídicos, reais...
Em poemas, ficam... Posteridade!
Às vezes, incomoda... Verdade!
Pandemias, doenças... Fatais!
Como iô, iô, vem... Vai!
Pelo caminho, deixando... Rastro!
Luto, bandeira a meio... Mastro!
Famílias tristes... Dilaceradas!
Encastelado no poder, cambada...
Perdas de vidas, não simples... “Cadastro!”
Urgente, necessário, rever... Conceitos!
Elaborar um projeto... Eficiente!
Não permitindo, sucumbir... Gente!
Todo problema, solução... Jeito!
Diria, uma questão de... Respeito!
Basta de enrolação... Escapismo!
Fake news, bravatas... Cinismo!
Com certeza, não é... Saída!
Pobre, sem emprego, comida...
País, passos largos, rumo... “Abismo!”
Saiba, não sou pessimista...
Apenas observando, registrando... Fatos!
No poder, infestação de... Ratos!
Agindo como exímios... Malabaristas!
Pelos caminhos, vestígios... Pistas!
Na política, arruaceiro... Berlinda!
Os aliados na CPI, gestor... “Blinda!”
A cada momento, novo... Relato!
Menos favorecidos, pagando pato...
Pergunto: “Quando essa crise... Finda?”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 18/08/2021
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