Vou...
Pedir humildemente, licença a Deus...
Para descrever insólito... Momento!
Têm seres, desprovidos... Sentimentos!
Diria, atitude semelhante... Fariseus!
Respeito ao próximo, parece... Esqueceu!
Ao invés de solução... Chacota!
Mas, felizmente está fadado à derrota...
Pois, desconhece liturgia...Cargo!
Ao povo restos, sabor amargo...
Erva daninha, sem controle... “Brota!”
Combustível quando aumenta...
Atrelado a ele, sobe gás... Cozinha!
Para fazer farofa, faltando... Farinha!
Pobre enganado, principal... Sentimento!
Revoltante, bravateiro... Truculento!
Trabalhador sem emprego... Comida!
Roda da vida, literalmente... Sucumbida!
O povo nem dorme, quiçá... Sonha!
Ser brasileiro, desdém, vergonha...
A juventude, sem futuro... “Perdida!”
Haveremos de encontrar caminhos...
Felizmente, o político... Passageiro!
Governante, sem projeto, roteiro...
Disseminando, não flores... Espinho!
Vai acabar isolado, sozinho...
Como piolho, muito... Incomoda!
Árvore que não dá frutos... Poda!
O que não presta, descarte... Lixo!
Criaram alguns neologismos, bolsolixo...
Basta de querer reinventar... “Roda!”
Mudando as regras do jogo...
Fazendo tudo, sob... Medida!
Em vinte e dois, perderá... Corrida!
Saiba, o eleitor não é bobo...
Sabemos, não é cordeiro... “Lobo!”
Coragem, vamos começar... Zero!
Não acreditamos, mais... “Lero, lero!”
Essa postura, dúbia... Irrita!
Fake news, mentira, ninguém acredita...
Merecemos, alguém competente... “Vero!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 24/08/2021