O...
Sol descortinando o dia...
Surgindo, Empoderado, atrás... Montanha!
Começando a disputa, perde... Ganha!
Vacas, juntando-se às... Crias!
Pantanal, sapo coaxando... Baia!
Todos os seres, despertam... Levantam!
Orvalho, desprende-se das plantas...
Flores desabrocham, belas... Serpentinas!
O jardim, ornamenta, combina...
Num repente, os males... “Espantam!”
As árvores, felizes... Sorridentes!
Às aves, propiciando... Alimento!
Diria, vida aflorando... Renascimento!
Contribuem, espargindo... Sementes!
De forma, harmoniosa, sem... Concorrente!
Convivência, explícita... Perfeita!
Entre galhos, folhas, todos... Ajeitam!
O sabiá, comandando... Orquestra!
Os demais, seguindo a mestra...
O amor, mundo... “Enfeita!”
A cidade então, acorda...
Respeitando, distanciamento... Sonolenta!
Visto, claro... “Roda, não reinventa!”
Contrariando, próprio gestor... “Discorda!”
Promíscuo, sem máscara, transeunte, aborda...
Realmente... “Tenha a Santa paciência!”
Sempre desrespeitando, questionando... “Ciência!”
Infelizmente, alguns aludido... “Assina!”
Sem noção, sugerindo, cloroquina...
Falta, semancol, discernimento... “Competência!”
Ano, num repente... Escorrendo!
Dois mil e vinte e dois... “Amanhã!”
Bravateiro, na berlinda... Divã!
Sabemos, seu prazo, validade... Vencendo!
O eleitor, ingênuo, aprendendo...
Entendeu; para fazer farofa... “Farinha!”
Não hipnotiza mais, gesto... “Arminha!”
Quiçá apelo, líderes... “Evangélicos!”
Povo, emprego, comida, não material bélico...
Por irresponsabilidade, agora, País... “Tinha!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 25/08/2021