Valdemir Gomes
Publicado em 26/08/2021 às 09:19
Atualizado em 10/09/2026 às 14:04
Como...
Ousado engenhoso... Esquema!
Tentando marcar... Território!
Sem nenhuma plateia, auditório...
Observando, questionando... Sistema!
Em forma de versos... Poema!
Com bocado de ousadia... Competência!
Sei calma, oposição... Resistência!
Visto que a lida, segue... Frente!
Haverá tempestade, torrente...
Porém, sempre abominei... “Audiência!”
Sou taxado de intruso...
Por discordar do... Sistema!
Discutindo o assunto, tema...
Em qualquer horário... Fuso!
Espanando a rosca, parafuso....
Ao Grande Arquiteto... Suporte!
Acreditando em vida, após... Morte!
Aos que não acreditam... Respeito!
Claro, sempre revendo, conceitos...
Nem tudo que dilacera... “Corte!”
A sociedade, sem... Rumo!
O gestor, tentando... Atalho!
Se justo perfeito, ato... Falho!
Faltando, pré-requisito... Insumo!
Sem orientação, norte, rumo...
Envergonhando deveras... Entidade!
Pois, desconhece o preceito, humildade...
Ao invés de tolerância... Chibata!
Peço clemência, desculpas, errata...
O cara está esbanjando... “Mediocridade!
Com certeza faltam palavras, argumentos...
Para defender, aplaudir... Atrocidades!
Diria, “Isso é fato... Realidade!”
Semelhante a energúmeno... Jumento!
Talvez na massa, excesso... Fermento!
Todo exagero, saindo... Ponto!
A realidade cristalina, conto...
Diz o dito: “Cão que ladra, não... Morde!
Impossível permanecer, na ordem...
Triste realidade, se almoço, não... “Janto!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 26/08/2021
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Bilhetes foram registrados em Campo Grande e Corguinho; estado ainda teve 32 quadras espalhadas por 17 municípios
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