A...
Inversão desrespeitosa... Privacidade!
Diria, situação que... Incomoda!
Num repente, resolve reinventa... Roda!
Na real, perdendo a... Liberdade!
Se você pai, com muita... Criatividade!
Ligações invasivas, a todo instante...
Com propostas indecentes... Desconcertantes!
Ao ser atendido, logo, fala seu nome...
Atendente, às vezes, mulher... Homem!
Bom de lábia, propostas... Mirabolantes!
Sabendo tudo sobre, você...
Principalmente, vida... Financeira!
Nada além, manolagem... Baboseira!
Porém, fazendo tudo... Convencer!
Um leque de vantagens... Oferecer!
Em seguida, solicita seus... Dados!
Você acreditando... Empolgado!
Percebe que vai conseguir... Intento!
Oferta, reduzindo, prestação, financiamento...
Aquele ingênuo, acredita... “Lascado!
Cadê os órgãos fiscalizadores?
Necessárias regras, rígido... Critério!’
No popular, reafirmo: “Fala sério!”
Não têm limites. Esses... Invasores!
Bando de dejetos, víboras... Predadores!
Acabando nossa privacidade... Sossego!
Vão de ofertas produtos... Emprego!
A sociedade, vítima... Bagunça!
Além de invadir, esmiunça...
Pergunto: “A quem devo... Pedir arrego?”
Através das redes sociais...
Não difere, fixo, celular... Telefone!
Sobre sua cabeça, passeiam... “Drone!”
Essas práticas, maioria... Marginais!
Instituições, financeiras, oficiais...
Permitem, aos dados... Acesso!
Na moral, muito medo... Retrocesso!
Por fake news, mentiras...Atacados!
Para o bravateiro, viramos gado...
Na porteira do curral, cobrando... “Ingresso!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 27/08/2021