Valdemir Gomes
Publicado em 01/10/2021 às 08:28
Atualizado em 10/09/2026 às 14:04
Ufa!
Começa o mês de outubro...
Primeiro dia, último... Trimestre!
Esperança, Grande Arquiteto... Mestre!
Aqui, futuro sombrio... Vislumbro!
Disse Cristo: De benção o mundo... Cubro!”
O País, sem plano, projeto... Rumo!
Do pobre próximo a zero... Consumo!
Da parte do governante... Balela!
Brasil, virando grande favela...
Infelizmente, perdemos rota... “Prumo!”
Mães sem alimento para os filhos...
As noites, virando... Dia!
Sem gás, nada na despensa, panelas... Vazias!
Seus olhos, lágrimas, perderam... Brilho!
A vida, descarrilou, saiu... Trilhos!
Almoço, sobras, restos... Feira!
Escolhendo, passando... “Peneiras!”
No máximo uma vez, por dia... “Come!”
Essa triste realidade, tem nome...
Quanto ao gestor, balela, bravata... “Besteira!”
Acreditar numa sociedade diferente...
Lamentavelmente, sonho... “Utopia!”
Pois, ele a serviço da prole... “Cria!”
Desrespeitando as regras... “Vigentes!”
Da discórdia, disseminando semente...
Recursos, rota emendas... “Parlamentares!”
Mudando finalidades... “Lugares!”
Garantindo mordomias, à... “Base!”
O povão ficando no quase...
Seus eleitores tratados, tropa... “Muares!”
A comunidade atenta, unida...
Propõe, buscar novos... “Caminhos!”
Cansamos de pedras... “Espinhos!”
Exigimos, cobramos... “Saídas!”
Aos seus, benesses, picanha... “Comida!”
Ao trabalhador, mistura, pucheiro... “Ovo!”
No poder, aves de rapina... “Corvo!”
Basta de manolagem, mentiras... “Promessas!”
Em vinte e dois mudaremos, peça...
Nove dedos, de volta... “De novo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/10/2021
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Bilhetes foram registrados em Campo Grande e Corguinho; estado ainda teve 32 quadras espalhadas por 17 municípios
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