Valdemir Gomes
Ufa!
Começa o mês de outubro...
Primeiro dia, último... Trimestre!
Esperança, Grande Arquiteto... Mestre!
Aqui, futuro sombrio... Vislumbro!
Disse Cristo: De benção o mundo... Cubro!”
O País, sem plano, projeto... Rumo!
Do pobre próximo a zero... Consumo!
Da parte do governante... Balela!
Brasil, virando grande favela...
Infelizmente, perdemos rota... “Prumo!”
Mães sem alimento para os filhos...
As noites, virando... Dia!
Sem gás, nada na despensa, panelas... Vazias!
Seus olhos, lágrimas, perderam... Brilho!
A vida, descarrilou, saiu... Trilhos!
Almoço, sobras, restos... Feira!
Escolhendo, passando... “Peneiras!”
No máximo uma vez, por dia... “Come!”
Essa triste realidade, tem nome...
Quanto ao gestor, balela, bravata... “Besteira!”
Acreditar numa sociedade diferente...
Lamentavelmente, sonho... “Utopia!”
Pois, ele a serviço da prole... “Cria!”
Desrespeitando as regras... “Vigentes!”
Da discórdia, disseminando semente...
Recursos, rota emendas... “Parlamentares!”
Mudando finalidades... “Lugares!”
Garantindo mordomias, à... “Base!”
O povão ficando no quase...
Seus eleitores tratados, tropa... “Muares!”
A comunidade atenta, unida...
Propõe, buscar novos... “Caminhos!”
Cansamos de pedras... “Espinhos!”
Exigimos, cobramos... “Saídas!”
Aos seus, benesses, picanha... “Comida!”
Ao trabalhador, mistura, pucheiro... “Ovo!”
No poder, aves de rapina... “Corvo!”
Basta de manolagem, mentiras... “Promessas!”
Em vinte e dois mudaremos, peça...
Nove dedos, de volta... “De novo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/10/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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