Segundo...
O velho e corriqueiro ditado...
Dizia vovô: “Mentira tem pernas... Curtas!”
Por isso, gestor desesperado... “Surta!”
Visto que, está sendo... Desmascarado!
Seus fake news, mentiras, tem... Enganado!
Sujeira, tudo, para baixo... Tapete!
Quanto as estratégias... Macetes!
Estão perdendo efeito... Validade!
O que temos, excesso, irresponsabilidade...
Liso, semelhante a muçum... “Sabonete!”
Um verdadeiro malabarista...
Diria o matuto: “Sem noção... Mequetrefe!”
Sem carta, nem trunfo... “Blefe!”
De incompetência, uma... “Lista!”
As irregularidades, rastros... “Pista!”
Na verdade, situação, horripilante... “Feia!”
Enrolado em papos de aranha... “Teia!”
Ninguém da cúpula se entende... “Briga!”
No popular: “Empurrando com a barriga...
A manter essa balada, final... “Cadeia!”
A verdade dos fatos vindo à tona...
Acabaram-se as desculpas... Segredos!
A realidade da comissão, metem... “Medo!”
Velhos defensores, escudeiros... “Abandona!”
Não vai longe, nocaute... “Lona!”
Iremos reescrever novo... Enredo!
Já não convence, bravatas... “Torpedos!”
Pelo gesto Arminha, hipnotizou... “Gado!”
Segundo Tiririca: “Bando de abestados...”
Em vinte e dois, volta nove...”Dedos!”
Das ruas, seus defensores, sumiram...
Na realidade, escafederam...”Calados!”
Sem rumo, panela vazia... “Desatentados!”
Ao invés de gritarem... “Mugiram!”
Felizmente, da casinha... “Saíram!”
Muitos deles, perderam... “Emprego!”
Sem ter a quem pedir... “Arrego!”
Pelas esquinas, mendigam... “Perambulam!”
Remédio amargo, sem receita, bula...
Cadê seus defensores, aloprados... “Pelegos?”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/10/2021