O...
Ano segue, deveras... Escorrendo!
O natal, fazendo parte... Passado!
Confraternização, abraços, presente... Trocados!
O próximo, na retina... Vendo!
Com pleito eleitoral, sonhos... Renascendo!
Quanto ao gestor, nada além... Truculência!
A cada dia, esbanjando... “Incompetência!”
Para ludibriar, o povo... “Auxílio Brasil!”
Como ele, realmente, nunca, se viu...
Sucumbindo nossos precatórios... “Violência!”
A fila do osso... Aumentando!
Para comer, pobre, invade... Lixões!
Estamos prostrados, perante... “Nações!”
O incompetente, segue... “Esbravejando!”
Semelhante à galinha... “Cacarejando!”
País, barco à deriva, sem... Rumo!
Dispensa vazia, faltando... “Insumo!”
Ao invés, de solução, nada... Bravata!
Ao povo gado, curral, chibata...
Diminuindo, drasticamente... “Consumo!”
Papai Noel, com saco, vazio...
Porém, chefe do executivo... “Indiferente!”
Quando questionado, saindo pela... Tangente!
Essa postura, inadequada... “Calafrios!”
No popular... “Intolerante, arredio!”
Numa explícita inversão... “Valores!”
Permanece culpando, seus... “Antecessores!”
Na realidade, isso, realmente... “Irrita!”
Tem gente inocente, que acredita...
Está implementando, política... “Horrores!”
Como sempre, assistindo... “Camarote!”
Implementação da tragédia... “Anunciada!”
Pelo gesto Arminha... “Enganada!”
Agora, aguente no lombo... “Chicote!”
Sua arrogância, virando piada... “Mote!”
Felizmente, essa turbulência... “Passa!”
Em vinte e dois, eliminaremos... “Raça!”
Através das eleições, voto... “Jeito!”
Presidio Federal, aguardando, sujeito...
Definitivamente, serão jogados... “Traça!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/12/2021