Vou...
Ousar grafar novo enredo... História!
Tendo como fundamento, base... Respeito!
Mudando o rumo da prosa... “Conceito!”
Evitando algumas atitudes... Inglórias!
Como faz falta, um bocado... Memória!
Do postulante, conhecer... “Passado!”
Basta de votar, escolher... “Errado!”
Acreditando em bravatas... Promessas!
Assim, claro: “O samba, atravessa...”
Por conseguinte, estamos, gado... “Ferrados!”
De novo, armando arapucas...
Para isso, ignorando... “Constituição!”
Oxalá, tenhamos aprendido... “Lição!”
Parando de meter a mão... “Cumbuca!”
Importante, ficar atento... “Butuca!”
Nada de migalhas: “Queremos, exigimos... Todo!”
Nos bastidores: “A gente vai passando... Rodo!”
Infelizmente, essas maldades... “Cumpridas!”
Hoje trabalhamos apenas pela comida...
Quanto ao gestor: “Fake news, mentiras... Engodo!”
Quando questionado, sorriso... “Amarelo!”
Mas, Brasileiro: “Antes de tudo... Forte!”
Em outubro, mudaremos o rumo... “Norte!”
Através do voto, bateremos... “Martelo!”
Estamos sedentos, pelo bonito... “Belo!”
O povo unido, sempre, mudará... “Enredo!”
Não nos convence, engana, disparo... “Torpedos!”
Numa explícita inversão de... “Valores!”
Chega dessas arapucas de bastidores...
Pois, retomará o cajado: “Nove... Dedos!”
Felizmente, ninguém segura... “Calendário!”
Não mais, acreditamos nesses engodos... “Trapaças!”
Através do pleito, voto; extirparemos... “Raça!”
Visto, com ele: “Relógio, girando... Anti-horário!”
Sepultaremos de vez: “Todos falsos... Missionários!”
Não joga nada: “Ainda exige... Massagem!”
Sem projetos: “Continua vazia... Bagagem!”
No popular: “Pagamos todos... Pecados!”
Por um bando de otários, ainda, venerado...
Segundo o dito: “Desgraça pouca... Bobagem!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/07/2022
Vou...
Ousar grafar novo enredo... História!
Tendo como fundamento, base... Respeito!
Mudando o rumo da prosa... “Conceito!”
Evitando algumas atitudes... Inglórias!
Como faz falta, um bocado... Memória!
Do postulante, conhecer... “Passado!”
Basta de votar, escolher... “Errado!”
Acreditando em bravatas... Promessas!
Assim, claro: “O samba, atravessa...”
Por conseguinte, estamos, gado... “Ferrados!”
De novo, armando arapucas...
Para isso, ignorando... “Constituição!”
Oxalá, tenhamos aprendido... “Lição!”
Parando de meter a mão... “Cumbuca!”
Importante, ficar atento... “Butuca!”
Nada de migalhas: “Queremos, exigimos... Todo!”
Nos bastidores: “A gente vai passando... Rodo!”
Infelizmente, essas maldades... “Cumpridas!”
Hoje trabalhamos apenas pela comida...
Quanto ao gestor: “Fake news, mentiras... Engodo!”
Quando questionado, sorriso... “Amarelo!”
Mas, Brasileiro: “Antes de tudo... Forte!”
Em outubro, mudaremos o rumo... “Norte!”
Através do voto, bateremos... “Martelo!”
Estamos sedentos, pelo bonito... “Belo!”
O povo unido, sempre, mudará... “Enredo!”
Não nos convence, engana, disparo... “Torpedos!”
Numa explícita inversão de... “Valores!”
Chega dessas arapucas de bastidores...
Pois, retomará o cajado: “Nove... Dedos!”
Felizmente, ninguém segura... “Calendário!”
Não mais, acreditamos nesses engodos... “Trapaças!”
Através do pleito, voto; extirparemos... “Raça!”
Visto, com ele: “Relógio, girando... Anti-horário!”
Sepultaremos de vez: “Todos falsos... Missionários!”
Não joga nada: “Ainda exige... Massagem!”
Sem projetos: “Continua vazia... Bagagem!”
No popular: “Pagamos todos... Pecados!”
Por um bando de otários, ainda, venerado...
Segundo o dito: “Desgraça pouca... Bobagem!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/07/2022
Vou...
Ousar grafar novo enredo... História!
Tendo como fundamento, base... Respeito!
Mudando o rumo da prosa... “Conceito!”
Evitando algumas atitudes... Inglórias!
Como faz falta, um bocado... Memória!
Do postulante, conhecer... “Passado!”
Basta de votar, escolher... “Errado!”
Acreditando em bravatas... Promessas!
Assim, claro: “O samba, atravessa...”
Por conseguinte, estamos, gado... “Ferrados!”
De novo, armando arapucas...
Para isso, ignorando... “Constituição!”
Oxalá, tenhamos aprendido... “Lição!”
Parando de meter a mão... “Cumbuca!”
Importante, ficar atento... “Butuca!”
Nada de migalhas: “Queremos, exigimos... Todo!”
Nos bastidores: “A gente vai passando... Rodo!”
Infelizmente, essas maldades... “Cumpridas!”
Hoje trabalhamos apenas pela comida...
Quanto ao gestor: “Fake news, mentiras... Engodo!”
Quando questionado, sorriso... “Amarelo!”
Mas, Brasileiro: “Antes de tudo... Forte!”
Em outubro, mudaremos o rumo... “Norte!”
Através do voto, bateremos... “Martelo!”
Estamos sedentos, pelo bonito... “Belo!”
O povo unido, sempre, mudará... “Enredo!”
Não nos convence, engana, disparo... “Torpedos!”
Numa explícita inversão de... “Valores!”
Chega dessas arapucas de bastidores...
Pois, retomará o cajado: “Nove... Dedos!”
Felizmente, ninguém segura... “Calendário!”
Não mais, acreditamos nesses engodos... “Trapaças!”
Através do pleito, voto; extirparemos... “Raça!”
Visto, com ele: “Relógio, girando... Anti-horário!”
Sepultaremos de vez: “Todos falsos... Missionários!”
Não joga nada: “Ainda exige... Massagem!”
Sem projetos: “Continua vazia... Bagagem!”
No popular: “Pagamos todos... Pecados!”
Por um bando de otários, ainda, venerado...
Segundo o dito: “Desgraça pouca... Bobagem!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/07/2022