Nem...
Sempre podemos realizar os sonhos...
Apesar dos pesares, continue... “Acreditando!”
O que for possível, mudar... “Mudando!”
Uma sociedade, diferente... “Proponho!”
Pelo caminho, intrusos, dejetos... “Bisonhos!”
Agirei conforme: “Grande Arquiteto... “Determina!
Mas, com autoestima, lá... “Encima!”
Acreditando: “O amanhã, será... Diferente!”
Da paz, disseminando, melhor, semente...
Sem jamais perder, otimismo... “Rima!”
Procurando mudar o que pode... “Mudado!”
Sem culpar desafetos, antecessores... “Inimigos!”
Sendo ousado, enxergando, além... “Umbigo!”
Sempre deixando, evidente: “Tenho... Lado!”
Como um eficiente sentinela... “Soldado!”
Fiscalizando, destino, direcionamento...”Imposto!”
Orçamento Secreto: “Uma vergonha, mau... Gosto!”
Recursos da Educação, Saúde... “Desviados!”
Diante dessa atitude: Impossível, ficar calado...”
Ao contribuinte, realmente: “Tapa... Rosto!”
Têm coisas, esdrúxulas, sem Explicação...
Cinquenta e um imóveis... “Dinheiro... Vivo!”
Cadê os órgãos fiscalizadores, veredito... “Crivo?”
Estamos, realmente, caminhando... “Contramão!”
Para o gado, normal, essa destoante... “Situação!”
Da honestidade do bravateiro, ninguém... “Duvida!”
Enquanto isso, nos lares, falta o básico... “Comida!”
Quanto ao Cartão Corporativo: “Sigilo... Anos!”
Desculpem: “Pensei alto, questionar, engano...”
Dessa maneira, a normalidade... “Invertida!”
Com ele, não temos nada, comemorar...
Até porque sua gestão: “Verdadeiro... Desastre!”
Chega: “Não queremos que esse mal... Alastre!”
A fila do osso, desafio prioritário... “Zerar!”
Segundo o velho dito: “Quem viver... Verá!”
Um Brasil inclusivo, feito para... “Todos!”
Sem falcatruas, enganação... “Engodo!”
A floresta, amazônica, claro... “Preservada!”
População indígena, deveras, respeitada...
Quanto disparate: “A gente vai passando... Rodo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 19/10/2022.