Valdemir Gomes
Num...
Repente as rodovias, invadidas...
Motivo: “Inusitada, insatisfação... Protesto!”
O gado, histérico, mugindo: “Mito, honesto...”
Em lugares, impensáveis, Bandeira... “Estendida!”
Porém, na dispensa, faltando... “Comida!”
Não acreditamos no que estamos... “Vendo!”
Às vezes, perguntamos: “O que estão... Querendo?”
Têm coisas que nem Freud... “Explica!”
Caem na real, chega, descomplica...
O povo está hipnotizado, sem ... “Sofrendo!”
Felizmente, a justiça, não... “Sede!”
Com certeza, será mantido... “Resultado!”
Por ela, os vencedores, serão... “Diplomados!”
Os sensatos, licitude, claro... “Pede!”
Por seus direitos, lute: “Não... Arrede!”
Até porque, terá que prevalecer... “Verdade!”
Urnas seguras, inquestionável... “Realidade!”
Segundo seu dito: “Chega de... Mi, mi, mi!”
Venceu o prazo: “Está na hora, Jair...”
A vida sempre justa: “Lei... Reciprocidade!”
A Justiça Eleitoral, bateu o martelo...
Os observadores, acompanharam... “Veredito!”
Diante da realidade: “Chega de... Conflitos!”
No horizonte, o amanhã, será... “Belo!”
Para caminhada não importa, tênis, chinelo...
Aos perdedores, sigam, fúnebre... “Cortejo!”
Nos olhos, criança, reluzente brilho... “Vejo!”
O cidadão, agora, otimista deveras... “Feliz!”
No popular: “Cortamos o mal pela raiz...”
Repouse num Presidio Federal ... “Desejo!”
Estamos retomando, projetos, caminhada...
Retiraremos do fundo do baú, antigos... “Sonhos!”
Acabou, cidadão cabisbaixo, bisonho...
Cansamos de tanta enganação... “Presepada!”
No popular: “Aceita que dói... Camarada!”
Felizes, vamos incentivar, aplaudir... “Seleção!”
Todos na mesma sintonia: “Corpo, alma... Coração!”
Pois, pertence a todos: “Verde... Amarelo!”
Saímos dessa triste berlinda, flagelo...
Vamos reconstruir o Brasil... “Nação!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 14/11/2022.
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