Até...
Que se prove em contrário...
Não existe verdades... “Absolutas!”
Por conseguinte, destoantes condutas...
Acabam ficando refém... “Calendário!”
Ao ser sensato, cortes, solidário...
Acaba encontrando, saídas... “Caminhos!”
Verdade irrefutável: “Ninguém feliz... Sozinho!”
Diria ao nativo: “Rebelde cara... Pálida!”
Mas, toda tentativa, é válida...
Somos dependentes: “Amor, afago... Carinho!”
Os imprevistos do percurso...
No final, a conta, vem... “Cobra!”
Alguns merecem, presente, óleo... “Peroba!”
Pois, nada além, de falso... “Discurso!”
Camuflado de cordeiro, mas... “Urso!”
Quando questionado, fugindo... “Tangente!”
Diante dos reais problemas... “Indiferente!”
Tendo como especialidade, escapismo... “Fuga!”
Simplesmente o semelhante, sem, julga...
Muita calma coragem, siga... “Frente!”
Convivência harmônica, desafio, diário...
Durante o trajeto, obstáculos... “Tropeços!”
Não almoço de graça: “Tudo, na vida... Preço!”
Acreditar em zero oitocentos: “Erro... Primário!”
Atual gestão: “Só os seus... Beneficiários!”
A maioria, sendo excluída do... “Todo!”
Reuniões de bastidores: “A gente, vai... Rodo!”
Felizmente, bravateiros, desconexos... “Vaza!”
Da ave de rapina, cortamos as asas...
Cansamos de Fake News, balelas... “Engodo!”
Realmente, ninguém segura, calendário...
Essa mais uma verdade... “Absoluta!”
Morre afogado, quem o salva vidas, não escuta...
Ninguém do semelhante, dono... “Proprietário!”
Por conseguinte, fidelidade: “Sem comentários...”
Como produto: “Você vale, quanto... Pesa!”
Não será atendido quem, só na... “Reza!”
Ao cidadão, contribuinte, armando... “Arapuca!”
Porém, do Centrão, refém, Tchutchuca...
Não é reconduzido, quem a Pátria... “Lesa!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/12/2022.