Valdemir Gomes
O...
Mundo perplexo perguntando...
Porque tanta discórdia... Violência!
Ao grande Arquiteto, peço clemência...
A que ponto a sociedade... “Chegando!”
Sem motivos aparente, brigando...
Fazendo vítimas, multidão... “Inocentes!”
Com atitudes , deveras, insanas... “Inconsequentes!”
Nada de paz, provocando... “Guerra!’
Assim, a roda que gira, emperra...
Fazendo abortar, férteis... “Sementes!”
Estamos realmente, felizes...
Dessa vez, passamos... “Rodo!”
Não caímos em Fake News, engodo...
Cortamos os males, pelas raízes...
Abominamos os humanos... “Perdizes!”
Agora o País de fato, terá... Rumo!
Paz, esperança, aditivo... “Insumos!”
Nada é permanente, salvo... “Mudança!”
Cansamos de enganação. Lambanças...
Com altivez, recolocamos Brasil... “Prumo!”
A população seguindo otimista...
Retirando do arquivo, antigos... “Projetos!”
Sem, dá ouvidos, plateia a desafetos...
Da felicidade, refazendo, caminho... “Pista!”
De agradecimento, extensa... “Lista!”
Porém sem muita firula... “Alarde!”
Até porque, para mudar, nunca... “Tarde!”
Povo organizado, unido, ninguém... “Pode!”
Segundo dito: “Cão que late, não morde...”
No momento oportuno, refazemos... “Amizades!”
Em breve, justiça, dará veredito...
Colocando, um ponto final... “Tumulto!”
Inadmissível, tanta provocação, insulto...
Diria Batoré: “Pensa que, ser feio... Bonito?”
De nada adiantou, benesses, ofertas... “Cabritos!”
O veredito, independente soberano, pelo... “Dado!”
Na realidade, cansamos de ser... “Enganados!”
Agora, devolvemos ao olhas... “Brilho!”
Quão lindo o sorriso inocente, filho...
Com a batuta, cidadão, sensato... “Preparado!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 17/12/2022.
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