Valdemir Gomes
Tenho...
Que permanecer antenado, atento...
Analisado a movimentação... “Política!”
Registrando de forma isenta... “Crítica!”
Os principais fatos... “Acontecimentos!”
Inaceitável, esse povo, truculento...
Questionando, do pleito... “Resultado!”
Tudo foi deveras... “Acompanhado!”
Por vários segmentos... “Observadores!”
Vergonhosa essa inversão de valores...
Desse povo sem noção... “Teleguiado!”
Está na hora de voltar, normalidade...
A vida, feita de vitória... “Derrota!”
Chega de tanta, celeuma, chacota...
Até porque, não tem dono... “Verdade!”
Aos problemas, exigimos... “Resolutividade!”
Sugerimos, um ponto final... “Barulho!”
Felizmente, nos livramos, desse... “Entulho!”
Com o nove dedos, Brasil, tem... “Jeito!”
Tudo, uma questão de respeito...
De ser brasileiro, voltamos a ter... “Orgulho!”
Segundo o dito: “Aceita que dói, menos...”
Esta verdade, um fato... “Irrefutável!”
Cansamos desse truculento, desagradável...
Mas, provou do próprio... “Veneno!”
Exigimos do gestor, respeito... “Pleno!”
Mudança real de postura... “Conduta!”
Aquele que a voz rouca, das... “Escuta!”
Abomina famigerado, Orçamento... “Secreto!”
O contribuinte não simples coisa, abjeto...
Por conseguinte, ele, inábil, para... “Batuta!”
Através do voto secreto, soberano...
Resgatamos a democracia... “Liberdade!”
Desse bravateiro, não sentiremos saudade...
Século, vinte e um, não tem espaço... “Tirano!”
Foi eleito por acidente, falso... “Engano!”
Mau governante, é igual... “Sarampo!”
Cartão vermelho; expulso de... “Campo!”
Da vida pública, sumariamente... “Extirpado!”
Simplesmente, colheu o que havia, plantado...
Para ele, sugiro: “Algemas... Grampo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/12/2022.
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