Valdemir Gomes
Já...
Praticamente, no crepúsculo do ano...
Temos que reorganizar, refazer... “Bagagem!”
Ao semelhante uma edificante, mensagem...
Retirando da gaveta, antigos... “Planos!”
Até porque o nove dedos... “Chegando!”
Claro, colocará o Brasil, no... “Prumo!”
Na retina, esperança, melhor... Insumo!”
Ao eleitorado apresentou, propostas... “Projeto!”
Com ele, não terá improvisos, decretos...
Na realidade, à gestão, governo... “Rumo!”
Tempo de recomeçar, aparar, arestas...
Sem essa de celeuma, fissura... “Picuinha!”
Acabando a gestão de cocoricó... “Galinha!”
Diria: “A farra do boi, festa...”
Alguns defensores, seus, ainda... “Protesta!”
A eles, faremos uma oração... “Prece!”
Afinal, esse bravateiro, ninguém... “Merece!”
Semelhante a jogador de truco... “Gritos!”
Sua especialidade, contenda, conflitos...
De vida pública, definitivamente... “Esquece!”
Agora, serão corrigidas, maldades...
Foram tantas: “Interminável... Lista!”
A começar pela reforma, trabalhista...
Diria o caipira: “Uma afronta... Barbaridade!”
Para ludibriar: “Fake News, inverdades...”
Assim, tratorando, passando... “Esteira!”
Ao contribuinte, de piroca... “Mamadeira!”
Porém, aos seus, benesses... “Mamata!”
Em plena COVID, aglomerações, motociatas...
Realmente, desconhecedor do filtro... “Três peneiras!”
Ufa! Chegamos ao penúltimo dia...
Aos sobreviventes, aconchego... “Abraço!”
Na sociedade, ocupe seu espaço...
Saindo de vez, de a sua, clausura... “Abadia!”
Lutando garantindo o futuro, da... “Cria!”
Pois, ser brasileiro, motivo de... “Orgulho!”
Não dando ouvidos a chororô... “Barulho!”
Agora, extirpamos de vez, joio... “Semente!”
Fizemos nossa parte, avante, em frente...
Retiramos o cajado das mãos... “Entulho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 30/12/2022.
Já...
Praticamente, no crepúsculo do ano...
Temos que reorganizar, refazer... “Bagagem!”
Ao semelhante uma edificante, mensagem...
Retirando da gaveta, antigos... “Planos!”
Até porque o nove dedos... “Chegando!”
Claro, colocará o Brasil, no... “Prumo!”
Na retina, esperança, melhor... Insumo!”
Ao eleitorado apresentou, propostas... “Projeto!”
Com ele, não terá improvisos, decretos...
Na realidade, à gestão, governo... “Rumo!”
Tempo de recomeçar, aparar, arestas...
Sem essa de celeuma, fissura... “Picuinha!”
Acabando a gestão de cocoricó... “Galinha!”
Diria: “A farra do boi, festa...”
Alguns defensores, seus, ainda... “Protesta!”
A eles, faremos uma oração... “Prece!”
Afinal, esse bravateiro, ninguém... “Merece!”
Semelhante a jogador de truco... “Gritos!”
Sua especialidade, contenda, conflitos...
De vida pública, definitivamente... “Esquece!”
Agora, serão corrigidas, maldades...
Foram tantas: “Interminável... Lista!”
A começar pela reforma, trabalhista...
Diria o caipira: “Uma afronta... Barbaridade!”
Para ludibriar: “Fake News, inverdades...”
Assim, tratorando, passando... “Esteira!”
Ao contribuinte, de piroca... “Mamadeira!”
Porém, aos seus, benesses... “Mamata!”
Em plena COVID, aglomerações, motociatas...
Realmente, desconhecedor do filtro... “Três peneiras!”
Ufa! Chegamos ao penúltimo dia...
Aos sobreviventes, aconchego... “Abraço!”
Na sociedade, ocupe seu espaço...
Saindo de vez, de a sua, clausura... “Abadia!”
Lutando garantindo o futuro, da... “Cria!”
Pois, ser brasileiro, motivo de... “Orgulho!”
Não dando ouvidos a chororô... “Barulho!”
Agora, extirpamos de vez, joio... “Semente!”
Fizemos nossa parte, avante, em frente...
Retiramos o cajado das mãos... “Entulho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 30/12/2022.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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