Valdemir Gomes
Ao...
Descortinar de um novo... “Janeiro!”
No Brasil, renascendo... “Esperança!”
Do bravateiro, restaram tristes... “Lembranças!”
Mas, do otimismo, nove dedos... “Mensageiro!”
Agora ao País, apresentando... “Roteiro!”
Vencemos promiscuidade, guerra, sem... “Bacamarte!”
Eleitor, voto livre, soberano, como... “Parte!”
Reconstruiremos uma nova... “Sociedade!”
Com o tempo, resgataremos antigas amizades...
Do amor, hastearemos bandeira... “Estandarte!”
Foram quanto anos, angústias... “Dificuldades!”
Nada além de chacotas, bravatas... “Desrespeito!”
Mas, com calma, cautela, tudo... “Jeito!”
Assim, foram restauradas... “Verdades!”
Tratamento, isonômico, igualdade...
Como parâmetro, requisito... “Premissa!”
Diz o caipira: “A gente não... Preguiça!”
Sem problema: “Começar tudo... Denovo!”
Ao Grande Arquiteto, agradeço, louvo...
Com o título, a gente, assepsia... “Justiça!”
Novo governo, otimismo em alta...
O salário, acima da inflação... “Reajuste!”
Para consertar, ponto final... “Embuste!”
Temos um gestor, ousado... “Peralta!”
Uma equipe iluminada, acesa... “Ribalta!”
Porém, competência, humildade... “Segredo!”
Dessa forma, mudaremos rumo... “Enredo!”
O contribuinte, agora feliz... “Contente!”
Recursos terão destinos, diferentes...
Até porque, com cajado... “Nove dedos!”
“Tempos de vacas magras... Passado!”
Com certeza, renasce, outro... “Cenário!”
Não nos assusta mais... “Calendário!”
Acabou tempo sóbrio... “Embaçado!”
Com futuro, criança, todos... “Compromissados!”
Trabalhador, emprego, três refeições... “Dia!”
Inversão de prioridades, compromisso... “Garantia!”
Quebra de sigilo; final cem anos... “Segredo!”
Ao capetão, preocupação, medo...
Brasilidade em alta, orgulho, mais... “Valia!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/01/2023.
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