Valdemir Gomes
Sair...
Da rotina, importante... “Necessário!”
Humano, sensato, revendo... “Conceitos!”
Ser, compreendido perdoado... “Perfeito!”
Ninguém, da verdade... “Proprietário!”
Cada instante, um novo... “Cenário!”
Momento de apagar, perdas... “Ofensas!”
A vida, respeito ao coletivo... “Crença!”
Tudo na lida, revendo... “Conceitos!”
Na realidade, carro chefe, respeito...
Temos que ser humilde, marcar... “Presença!”
Diante de um papo honesto... “Sincero!”
É possível chegar ao consenso... “Aresta!”
O tempo urge pouco nos restam...
Um amanhã brilhante... “Espero!”
Assim, um ponto final, desespero...
Não temos tempo, para... “Balelas!”
Por conseguinte, muita calma... “Cautela!”
Não aceitamos, tratamento... “Gado!”
Orçamento Secreto, agora, passado...
Inaceitável, Brasil, grande... “Favela!”
A nossa imagem diante... “Mundo!”
Está ligada à destruição... “Ambiente!”
Brasil, uma nação, decadente...
Realmente, um desrespeito... “Profundo!”
Pelas calçadas, desalentados, moribundos...
Chacota, motociatas, diria... “Inaceitável!”
Metamorfose: “Pobre indigente... Miserável!”
Esse foi por ele, imposto... “Roteiro!”
Quanto às mortes COVID: “Não sou coveiro...”
Com nove dedos, esses danos... “Superável!”
Grafar os fatos recorrentes...
Para alguns, chato... “Repetitivo!”
Temos que sugerir, algo, propositivo...
Fazendo a diferença, agindo... “Diferente!”
Não interessa a classe social... “Gente!”
Porém, o futuro, não visto, nem... “Lupa!”
Cansamos do dito: “Pega essa manga... Chupa!”
Voto secreto, soberano, vencemos... “Parada!”
Dessa fez, ponto final, presepada...
Perdeu o comando, camarada... “Desocupa!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 10/02/2023.
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