Nada...
É permanente, definitivo...
Tudo tem prazo de... “Validade!”
Entenda: “É dinâmica a sociedade...”
A cada instante, inovação... “Corretivo!”
Questionar a ciência é ser... “Primitivo!”
Não aceitamos escapismos... “Mussum!”
Jamais, serei simplesmente mais um...
Ousado, sempre, marcarei, farei... “Parte!”
Hastearei da paz, bandeira, estandarte...
Pouco importando, com ruídos... “Zum, zum!”
Uma nova rota, sociedade...
Com certeza, proporei... “Projeto!”
Claro, planejada: “Sem improviso... Decretos!”
Preservando entre todos, respeito... “Amizade!”
Buscando tratamento, isonômico, igualdade...
Até porque, ninguém, feliz... “Sozinho!”
Se necessário, refaremos... “Ninho!”
Com cautela, separando o joio... “Semente!”
Buscando saídas, caminhos convergentes...
Chega de disseminar discórdias... “Espinhos!”
Um mundo mais humano, salubre...
Construir é de todos esses... “Desafios!”
Ocupando com lealdade, espaços, vazios...
Apesar de incomodo, falar... “Sobre!”
Pois, ao erguer o tapete, sujeira, descobre...
Por conseguinte, necessário, mudar... “Enredo!”
Cansamos de Fake News, mentiras... “Torpedos!”
Com serenidade, mudaremos o rumo... “Prosa!”
Agora podemos apreciar a beleza da rosa...
Passamos o cajado ao experiente... “Dedos!”
Somos uma população, passiva...
`Às vezes, não assumimos... “Lado!”
Quanto ao conceito, certo errado...
Chega de desfaçatez... “Esquiva!”
Quatro anos, Brasil, barco... “Deriva!”
Queremos uma rota melhor... “Diferente!”
O bravateiro, retrovisor... “Somente!”
Dessa forma, do trabalhador, evaporou... “Marmita!”
Mas infelizmente, alguns, ainda, acreditam...
Com ele, viramos anexo... “Literalmente!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/03/2023.