Valdemir Gomes
Não...
Posso aceitar tudo calado...
As atrocidades acometidas... “Gestor!”
Numa escorchante inversão... “Valor!”
Bando de sem noção... “Aloprados!”
Por palavras de efeito... “Enganados!”
Deus, família, Pátria, quanto... “Cinismo!”
Entrou na onda, engodo... “Abismo!”
Porém, sua prole, virou... “Prioridade!”
Como estratégia, omissão da verdade...
Fez apologia à prática... “Canibalismo!”
Os assuntos por ele, elencados...
Realmente, sem nexo... “Sentido!”
Sua gestão, quatro anos... “Perdidos!”
Diante do mundo fomos... “Ignorados!”
Quantas vítimas por omissão... “Sepultados!”
Ao invés de resolutividade... “Trapaça!”
Vivemos momentos, sombrios... “Desgraça!”
Trabalhador sem emprego... “Desalentado!”
Na realidade, um barco, furado...
Cabra tinhoso, especialidade... “Pirraça!”
Mas, com muita calma, cautela...
Superamos tsunami... “Tempestade!”
Por fanatismo, ruptura... “Amizades!”
Quanto falso, moralismo... “Balela!”
Num repente, País, caindo... “Tabela!”
Excesso de água, vasilha... “Transborda!”
Povo saindo da hibernação... “Acorda!”
Ufa! “Separamos o joio... Semente!”
Sem projeto, especialidade, somente...
Do lado mais fraco, arrebentando... “Corda!”
Agora, encontramos o caminho...
Sem celeuma, guerra, através... “Voto!”
Politico bravateiro, tiro... “Boto!”
No popular: “Chega de enganação, jeitinho...”
À colher a rosa, cuidado... “Espinho!”
Sem essa de fuga pela... “Tangente!”
Cansamos de propostas... “Indecentes!”
Para os seus, privilégio... “Mamata!”
Quanto aos contribuintes, chibata...
Cobramos do gestor, atitude... “Decente!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 26/04/2023.
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