Uma...
Palavra colocada fora de contexto...
Mudando todo o sentido... “Frase!”
Assim, beiramos o caos, ou quase...
Às vezes, para justificar... “Pretexto!”
Mas, humano livre, sem cabresto...
Caso contrário, descarrila... “Trem!”
“Isto é fato, ninguém é de... Ninguém!”
Mesmo assim, importante, rever... “Conceitos!”
A palavra chave da convivência, respeito...
De ser bumerangue, vai... “Vem!”
Estamos acomodando as coisas...
Ainda teremos muito a... “Fazer!”
Não deixaremos a chapa, ferver...
Temos que impor limites... “Divisa!”
Com atitudes, edificantes... “Precisas!”
Chega do velho: “Bate... Apanha!”
Propondo bons projetos... “Ganham!”
Dinheiro público, melhorando... “Serviços!”
Atender as necessidades, meta compromisso...
Iremos desvendar mistérios... “Entranhas!”
Nada faz desistir, jogar a toalha...
Pois, jamais abrimos mãos... “Sonhos!”
Por conseguinte: “Destronamos... Bisonhos!”
Além dele, sua trupe de canalhas...
Diria: “Eram imperdoáveis... Falhas!”
Como sempre: “A gente põe... Tira!”
Sem essa: “Peixes, robalo... Traíra!”
A vida é por natureza... “Seletiva!”
Num repente, renovando a tropa, comitiva...
O povo originário, sempre... “Inspira!”
Para mudar: “Além de coragem, energia...”
As dificuldades, com calma... “Descomplica!”
Devagar: “Tapa de luvas... Pelica!”
Nada de arapuca, ilusionismo, magia...
Chega de frases de efeito... “Demagogia!”
Estamos extirpando da rosa... “Espinhos!”
Toda vitória, merece comemoração... “Vinho!”
Apesar de toda derriça, tem... “Conserto!”
Quatro anos, de dificuldades, apertos...
Fato irrefutável: “Ninguém é feliz... Sozinho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 14/07/2023.