Tenho...
Uma ousada história a contar...
Porém, acredito, serei... “Censurado!”
Pois, por aqui ter posição, lado...
Será realmente, vilipendiado... “Protestar!”
Bravateiro adora, Fake News, propalar...
Quanto aos demais... “Ignorados!”
Infelizmente, colhemos, maus... “Resultados!”
Reafirmo: “Questionar, corremos... Risco!”
Certeza: “Viraremos, lanche, petisco...”
Acreditamos: “Tudo na lida, dois... Lados!”
Reafirmo: “Cidadão justo e perfeito...”
Por conseguinte: “Excluído, alto... Preço!”
Jamais, aceitarei, tarja de burro, adereço...
Muitos sonhos para o dia... “Desfeitos!”
Dirá: “Necessário rever. conceitos...”
Mas, reafirmo: “Não assusta... Amanhã!”
São sinônimos, esposa de sapo... “Rã!”
Através do poema, registro... “Caso!”
Aos que adoram desindexar, vazo...
Esse pseudo líder, claro... “Tantã!”
Ao viver intensamente, cada dia...
Defendendo com altivez... “Valores!”
Toda degustação, revisão de sabores...
Quanto ao religioso: “Credo, ave, Maria...”
Desafio instigante: “Sair da abadia...”
Assim, deixamos claro: “Temos... Lado!”
Para o cesto do lixo políticos... “Aloprados!”
Com certeza, essa postura... “Abomina!”
Por favor, começa o espetáculo, abre, cortina...
Fato irrefutável: “O jogo, deveras... Jogado!”
Um dia ainda, colocarei em prática...
Aquele sonho de outrora... “Sonhado!”
Com dignidade, desfrutarei, resultado...
Nem que provoque situações... “Bombástica!”
Na realidade têm posturas... “Pragmáticas!”
Muitos gestores, falastrões... Tagarelas!”
Quando questionado, pela prática... “Apela!”
Mas, temos que encontrar, novos... “Caminhos!”
Sem virar normal: “A gente dá um jeitinho...”
Quando se fecham portas. Abrem... “Janelas!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 04/08/2023.