Valdemir Gomes
Vou...
Tentar sugerir um novo caminho...
Pois, merecemos uma sociedade... “Pujante!”
Chega de dá espaço a meliantes...
Sabemos: “Ninguém feliz, sozinho...”
Da rosa são guardiões... “Espinhos!”
Coragem, para encarar... “Corrida!”
Inaceitável trabalhar, pela... “Comida!”
Oxalá, que excluímos o joio... “Semente!”
Agora vamos reconectar a corrente...
Por mais difícil, encontramos... “Saída!”
Estamos de sentinela, atentos...
Dos impostos, fiscalizaremos... “Destino!”
Não abrimos mão do sorriso, menino...
Até por quê: “Ele expressa... Sentimentos!”
Chega de rótulo, tarja, jumento...
Somos cidadãos, justos... “Perfeitos!”
Temos humildade para rever... “Conceitos!”
Com coragem perseverança, sairemos... “Abadia!”
Amanhã, diferente: “Um novo, dia...”
As mudanças, necessárias faremos... “Pleito!”
Seremos Contribuintes, precavidos...
Estando sempre de prontidão... “Sentinela!”
Ao fechar portas, abrem-se janelas...
Não cairemos em arapuca... “Alaridos!”
Quanto aos fanfarrões... “Suprimidos!”
Durante a campanha, solícito... “Cortez!”
Depois do pleito, desaparece de... “Vez!”
Seus feitos não vistos, nem... “Lupa!”
Para tudo, arranjando, desculpas...
Antes de sufragar, conte até... “Dez!”
Com calma, resgatando esperança...
Colocamos um ponto final... “Casuísmo!”
Em quatro anos, margeamos abismo...
Realmente, a cada dia... “Lambança!”
Por frases de efeito, entramos... “Dança!”
Felizmente, agora, colherá... “Frutos!”
Porém, com desajustados, não... “Discuto!”
Afinal de contas, ajeitamos... “Bagagem!”
Todos habilitados a encarar, viagem...
Da escolha soberana, outubro... “Tributos!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 04/10/2023.
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Oportunidades contemplam vagas locais e regionais; atendimento ocorre das 07h às 13h
Luto
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